quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

VERDADES DA ALMA

(Alcleir )
Palavras verdadeiras não intencionais
Borbulham e cintilam as almas
Em um frenesiResultando em erupções
Vulcânicas flamejantes
Cortando a alma como espada afiada
Atingindo corações desesperados
Em busca de um amor alucinante
Insípida vida esta
Que apresenta facetas inesperadas
Hora doce como melHora amargas como fel
Com tempero salobro de desilusão
Chega o verão aquecendo corpos
Bronzeando trazendo vida aos olhos
E sorriso aos lábiosIncrustando esperança
As nossas vidasViva o verão que todos os homens verão
Sentindo na alma um doce frescor.

3 comentários:

Edson Marques disse...

Você faz um jogo dançante de palavras...

Gostei!

Tem ousadia no teu texto!

Abraços, flores, estrelas..

Vitor Hugo disse...

vc eh poeta
quer vc queria ou nao
=D


vh

silvioafonso disse...

.


Essa bagaça é bonita
bagarai...
Só tu mesmco, cara.
Fala bonito como fala
o Collor de Melo.

Um beijão pra todos.

silvioafonso





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