domingo, 18 de janeiro de 2015

Primeiro dia ano

  Depois de um final de ano atípico começo realmente hoje 10/01/2015. Conversando com pessoas chego a imaginar um ano novo com continuações de erros, provavelmente uns 15 anos passados fazia-se uma análise profunda dos prós e contras, hoje isso ficou obsoleto de tal forma que os prognósticos de um ano alvissareiro ficaram no esquecimento, na política os mesmos roubos e falcatruas, futebol nem se fala, amizades som amigos ursos com síndrome de Gerson e Gabriela te rodeando, ficando então um dos mais enganosos os do coração, por depender de uma segunda pessoa e você, como se fosse “juizado de primeiras causas” resolvido na lata, sem precisar de muitas delongas, mais com uma repercussão fantástica e bombástica, quando tudo está transcorrendo normalmente vem àquelas palavras que incendeia todo relacionamento e para muitos fatídicos com rancores e amarguras chegando ao rompimento, creio quando começa assim o ano seguinte começa de mal a pior, enquanto a política e o futebol mudam-se de uma hora para outra melhorando ou procurando melhorar, o relacionamento a dois só vai se desgastando deixando os dois fatigado culminando em um rompimento ou em um deixando o outro invisível, a virada só do ano mesmo, com os fogos tentando aquecer e tirar perplexidade de todos , como nos anos anteriores comuns hoooooo!!!! e champanha a pipocar transbordando taças fazendo timtim de encontro a outra sem saber o que se passa no coração do interlocutor timtim, só tenho a desejar um 2015 ...


Alcleir lcantara – Lampejos Poéticos - 10/01/2015     

domingo, 13 de outubro de 2013

NUVEM

NUVEM
       A vida pertence aos fortes aqueles que vivem ao sol, não aos que sobrevivem a sombra, na sombra qualquer nuvem passageira encobre  e apaga seus rastros apagando sua existência deixando-o invisível, à pessoas que querem ter sem ser, pensam piamente que são menosprezando com sua simples presença sem mesmos emitir qualquer tipo de som, com um inesperado gesto já ofendem estas sim, são sombras dignas de viver a noite para que a escuridão noturna não a reflita não dando  oportunidade de deixar qualquer rastro demarcando sua passagem, a vida é muito mais do que o prato de comida que comemos, as roupas que vestimos ou mesmo o local que moramos, a vida tem que ser saboreado com prazer, avidez, sofreguidão degustando cada milésimo de segundo afim de que não se perca nada e mesmo assim deixamos escapar algo não percebido a nós mortais.
         Hoje dia das crianças alguns tem algo a comemorar e como tem! Outros porem está neste momento derramando-se em lagrimas dolorosas, essa é um tipo de nuvem que sempre esperamos não ficarmos sob ela, todos nós temos ou já tivemos nossas nuvens sobre a cabeça, de um jeito ou de outro nos esquivamos saindo dela, só os que amam a vida busca forças para transpô-la e com honra e galhardia ergue a fronte e segue em frente sabendo que está propenso a novas experiências.

ALCLEIR ALCANTARA- LAMPEJOS POÉTICOS – 12/10/2013 -  04:00 hs.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Eu não...

Quero ter muito dinheiro;
  quero ter o suficiente para fazer
      tudo que quero.
E quero tão pouco!
Al-kantara

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

VERDADES DA ALMA

(Alcleir )
Palavras verdadeiras não intencionais
Borbulham e cintilam as almas
Em um frenesiResultando em erupções
Vulcânicas flamejantes
Cortando a alma como espada afiada
Atingindo corações desesperados
Em busca de um amor alucinante
Insípida vida esta
Que apresenta facetas inesperadas
Hora doce como melHora amargas como fel
Com tempero salobro de desilusão
Chega o verão aquecendo corpos
Bronzeando trazendo vida aos olhos
E sorriso aos lábiosIncrustando esperança
As nossas vidasViva o verão que todos os homens verão
Sentindo na alma um doce frescor.

PALAVRAS SOmente PALAVRAS

Palavras SÓmente palavras
(Alcleir)Palavras têm sementesQuando plantamos, germina, cresce e morre...Quem planta ventania colhe...Quem plante tristeza colhe...Quem planta SÓlidão colhe...Quem planta saudade colhe...Quem planta melancolia colhe...
Quem planta esperança colhe...Quem planta amor colhe...
Palavras brota do coraçãoColoca-se no painel da vida
Será visto por todos
E germina querendo eu, você ou não
Em um coração irrigadoPreparado para formação de uma
Árvore com ou sem ervas daninhasDe algumas palavras soltas (mal ditas)

DULÚVIO

( Alcleir )
Às vezes gostaria ser um chip
Aquele da OI deu defeito...
Joga-se fora e perde tudoOu mesmo um HDGuarda-se tudo, até a vida na memória...
Deu defeito não há como recuperarPerde-se todo os dados.
Olhando para o âmago de uma vidaSurpreendemo-nos às vezesPor encontrar, amargura,Tristeza, frieza gélida...Exatamente por não sermos
Estas benditas máquinas.

Por outro lado quando me deparoCom almas ávidas, generosas...Faz-me acordar de um torporE olhando bem no fundo de seus olhos
Vejo que a vida pulsa freneticamente
Em um compasso de alegria e esperançaSó assim sinto que estou vivoE vivo para ser feliz e fazer você feliz.

PALAVRAS

Como detentora de palavras que tocam o coração são para voce estas palavras.
PALAVRAS
(Alcleir)
Palavras soltas, maciasFortes, dignas, altruístas
Palavras semeadas em solo áridoA procura de um filete de vida.
Palavras de alto afirmaçãoSaída do âmago d´almaExteriorizando um desejo
Anseio de um coração ardente por respostas,
Palavras que bem postas
Obedecendo a lugar ,momentos, pessoas
É e será semeadaDando respostas no momento certo
Sem culpa e sem mágoa

PALAVRAS

Como detentora de palavras que tocam o coração são para voce estas palavras.PALAVRASPalavras soltas, maciasFortes, dignas, altruístasPalavras semeadas em solo áridoA procura de um filete de vida.Palavras de alto afirmaçãoSaída do âmago d´almaExteriorizando um desejoAnseio de um coraçãoArdente por respostas,Palavras que bem postasObedecendo a lugar ,momentos, pessoasÉ e será semeadaDando respostas no momento certoSem culpa e sem mágoa

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

PÉS QUE CARREGAM MEU AMOR

PÉS QUE CARREGAM O MEU AMOR
(Alcleir)Pés castigados pelo solo ardente,
asfalto,cimento,barro neste torrido verão sem deixar vestígios de um frio aconchegante.
Pés a desenhar um formato forte,deixando os seu pododactilos livres a bailar uma valsa,
que podia ser de uma só nota.
Quando preso por um apertado sapato ou bota, parece que pede socorro,
para respirar e deixar-se livre,pés que levam de um lado a outro,
minha felicidade,pés sedosos, magros lindos,
feitos para ser comtemplados por meu coração apaixonado.