(Alcleir )
Palavras verdadeiras não intencionais
Borbulham e cintilam as almas
Em um frenesiResultando em erupções
Vulcânicas flamejantes
Cortando a alma como espada afiada
Atingindo corações desesperados
Em busca de um amor alucinante
Insípida vida esta
Que apresenta facetas inesperadas
Hora doce como melHora amargas como fel
Com tempero salobro de desilusão
Chega o verão aquecendo corpos
Bronzeando trazendo vida aos olhos
E sorriso aos lábiosIncrustando esperança
As nossas vidasViva o verão que todos os homens verão
Sentindo na alma um doce frescor.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
PALAVRAS SOmente PALAVRAS
Palavras SÓmente palavras
(Alcleir)Palavras têm sementesQuando plantamos, germina, cresce e morre...Quem planta ventania colhe...Quem plante tristeza colhe...Quem planta SÓlidão colhe...Quem planta saudade colhe...Quem planta melancolia colhe...
Quem planta esperança colhe...Quem planta amor colhe...
Palavras brota do coraçãoColoca-se no painel da vida
Será visto por todos
E germina querendo eu, você ou não
Em um coração irrigadoPreparado para formação de uma
Árvore com ou sem ervas daninhasDe algumas palavras soltas (mal ditas)
(Alcleir)Palavras têm sementesQuando plantamos, germina, cresce e morre...Quem planta ventania colhe...Quem plante tristeza colhe...Quem planta SÓlidão colhe...Quem planta saudade colhe...Quem planta melancolia colhe...
Quem planta esperança colhe...Quem planta amor colhe...
Palavras brota do coraçãoColoca-se no painel da vida
Será visto por todos
E germina querendo eu, você ou não
Em um coração irrigadoPreparado para formação de uma
Árvore com ou sem ervas daninhasDe algumas palavras soltas (mal ditas)
DULÚVIO
( Alcleir )
Às vezes gostaria ser um chip
Aquele da OI deu defeito...
Joga-se fora e perde tudoOu mesmo um HDGuarda-se tudo, até a vida na memória...
Deu defeito não há como recuperarPerde-se todo os dados.
Olhando para o âmago de uma vidaSurpreendemo-nos às vezesPor encontrar, amargura,Tristeza, frieza gélida...Exatamente por não sermos
Estas benditas máquinas.
Por outro lado quando me deparoCom almas ávidas, generosas...Faz-me acordar de um torporE olhando bem no fundo de seus olhos
Vejo que a vida pulsa freneticamente
Em um compasso de alegria e esperançaSó assim sinto que estou vivoE vivo para ser feliz e fazer você feliz.
Às vezes gostaria ser um chip
Aquele da OI deu defeito...
Joga-se fora e perde tudoOu mesmo um HDGuarda-se tudo, até a vida na memória...
Deu defeito não há como recuperarPerde-se todo os dados.
Olhando para o âmago de uma vidaSurpreendemo-nos às vezesPor encontrar, amargura,Tristeza, frieza gélida...Exatamente por não sermos
Estas benditas máquinas.
Por outro lado quando me deparoCom almas ávidas, generosas...Faz-me acordar de um torporE olhando bem no fundo de seus olhos
Vejo que a vida pulsa freneticamente
Em um compasso de alegria e esperançaSó assim sinto que estou vivoE vivo para ser feliz e fazer você feliz.
PALAVRAS
Como detentora de palavras que tocam o coração são para voce estas palavras.
PALAVRAS
(Alcleir)
Palavras soltas, maciasFortes, dignas, altruístas
Palavras semeadas em solo áridoA procura de um filete de vida.
Palavras de alto afirmaçãoSaída do âmago d´almaExteriorizando um desejo
Anseio de um coração ardente por respostas,
Palavras que bem postas
Obedecendo a lugar ,momentos, pessoas
É e será semeadaDando respostas no momento certo
Sem culpa e sem mágoa
PALAVRAS
(Alcleir)
Palavras soltas, maciasFortes, dignas, altruístas
Palavras semeadas em solo áridoA procura de um filete de vida.
Palavras de alto afirmaçãoSaída do âmago d´almaExteriorizando um desejo
Anseio de um coração ardente por respostas,
Palavras que bem postas
Obedecendo a lugar ,momentos, pessoas
É e será semeadaDando respostas no momento certo
Sem culpa e sem mágoa
PALAVRAS
Como detentora de palavras que tocam o coração são para voce estas palavras.PALAVRASPalavras soltas, maciasFortes, dignas, altruístasPalavras semeadas em solo áridoA procura de um filete de vida.Palavras de alto afirmaçãoSaída do âmago d´almaExteriorizando um desejoAnseio de um coraçãoArdente por respostas,Palavras que bem postasObedecendo a lugar ,momentos, pessoasÉ e será semeadaDando respostas no momento certoSem culpa e sem mágoa
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
PÉS QUE CARREGAM MEU AMOR
PÉS QUE CARREGAM O MEU AMOR
(Alcleir)Pés castigados pelo solo ardente,
asfalto,cimento,barro neste torrido verão sem deixar vestígios de um frio aconchegante.
Pés a desenhar um formato forte,deixando os seu pododactilos livres a bailar uma valsa,
que podia ser de uma só nota.
Quando preso por um apertado sapato ou bota, parece que pede socorro,
para respirar e deixar-se livre,pés que levam de um lado a outro,
minha felicidade,pés sedosos, magros lindos,
feitos para ser comtemplados por meu coração apaixonado.
(Alcleir)Pés castigados pelo solo ardente,
asfalto,cimento,barro neste torrido verão sem deixar vestígios de um frio aconchegante.
Pés a desenhar um formato forte,deixando os seu pododactilos livres a bailar uma valsa,
que podia ser de uma só nota.
Quando preso por um apertado sapato ou bota, parece que pede socorro,
para respirar e deixar-se livre,pés que levam de um lado a outro,
minha felicidade,pés sedosos, magros lindos,
feitos para ser comtemplados por meu coração apaixonado.
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